Cidasc quer o controle da vespa que ataca árvores de pinus

A Cidasc de São Miguel do Oeste realizou ontem, dia 28, um das 19 reuniões que estão acontecendo na regionais do estado de Santa Ca

A Cidasc de São Miguel do Oeste realizou ontem, dia 28, um das 19 reuniões que estão acontecendo na regionais do estado de Santa Catarina, para discutir sobre a proliferação da Vespa da Madeira (Sirex Noctilio), que causa a destruição das árvores de pinus. Conforme o vice-presidente da Cidasc, Aldair Kozuchovski, hoje, o Estado cultiva cerca de 650 mil hectares de pinus. Desse número, cerca de 300 mil hectares são coordenados pelas grandes empresas do setor madeireiro catarinense, e eles estão controlando o foco de ataque da vespa da madeira; no entanto, os 350 mil hectares restantes não possuem controle específico.

Em virtude disso, a Cidasc, em parceria com a Associação Catarinense de Reflorestadores, está organizando essas reuniões regionais no Estado com os condutores de pinus, para que a partir de 2009 po ssa haver um controle organizado, que permitirá sabermos da incidência ou não da vespa da madeira em Santa Catarina e onde ela está atacando. O objetivo é fazer com que todo o pinus do Estado tenha o efetivo controle. A idéia é fazer o monitoramento para ter um controle total do inseto e garantir ao produtor que ele vai poder exportar sua madeira, com o certificado da Cidasc, de que aquela madeira é livre da praga da vespa da madeira.

A praga que ataca culturas de pinus vem trazendo grandes prejuízos ao setor madeireiro do País. A vespa põe ovos em árvores de pinus e aqueles se desenvolvem como larvas que constroem galerias no tronco. Junto com os ovos, a vespa inocula também um fungo e uma substância tóxica que acabam matando a árvore. A reunião aconteceu no auditório do Centro Comercial Andrômeda, a partir das 8h30, e teve a participação de reflorestadores, secretários da agricultura, presidentes dos sindicatos, engenheiros agrônomos florestais e interessados.

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