Governo do Estado entrega equipamentos agrícolas em evento no Oeste |
Cidades da região aderem ao Projeto Recuperar
Mais 16 cidades catarinenses aderiram ao Projeto Recuperar, voltado à manutenção de rodovias estaduais. A parceria entre o Governo do Estado, por meio da Casa Civil e da Secretaria de Estado da Infraestrutura, e o Conder (Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional) foi oficializada na última semana em São Miguel do Oeste.
Segundo o coordenador da CAM (Central de Atendimento aos Municípios), Gabriel Arthur Loeff, houve adesão de 100% das cidades que integram a Ameosc (Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina). Para a manutenção dos 305 quilômetros de malha rodoviária da região, o Governo do Estado vai investir cerca de R$ 502 mil por mês. As rodovias atendidas são as SCs 161, 305, 492, 163, 496, 386 e 283.
"Realizamos uma assembleia em São Miguel do Oeste para esclarecer todas as dúvidas que ainda havia sobre o funcionamento do projeto. O que o Governo propõe é um novo modelo de gestão da manutenção das estradas estaduais por meio de cooperação interfederativa. Isso significa que o Estado continua responsável pelo serviço e ainda permite uma participação maior das associações na tomada de decisão", disse.
Os trabalhos incluem recuperação da pista, roçada, sinalização e desobstrução da drenagem. Os municípios beneficiados são Anchieta, Bandeirante, Barra Bonita, Belmonte, Descanso, Guaraciaba, Iporã do Oeste, Itapiranga, Mondaí, Palma Sola, Princesa, Santa Helena, São João do Oeste, São José do Cedro, São Miguel do Oeste e Tunápolis.
Grande abrangência
Este é o 11º consórcio a aderir ao Projeto Recuperar e a 18ª associação de municípios contemplada. Com isso, 201 cidades do Estado, com 4,2 mil quilômetros de malha rodoviária, passam a utilizar esse modelo de serviço. O total de investimentos com os 11 consórcios chega a R$ 7,4 milhões mensais.
Com o Recuperar, o Governo projeta dobrar a aplicação de recursos com manutenção de estradas. A partir do ano que vem, a previsão é que projeto receba R$ 120 milhões por ano, o que representa um crescimento de 124% em relação aos R$ 53,5 milhões aplicados em 2018.
Segundo o chefe da Casa Civil, Douglas Borba, a iniciativa está alinhada ao novo momento em que vive o Governo, priorizando e fortalecendo os municípios. "O Estado fará o aporte financeiro por meio dos consórcios, e os municípios decidem a melhor aplicação da verba em cada região. Isso é uma demonstração clara do perfil municipalista do Governo", afirma Borba.
Além de viabilizar financeiramente o serviço, o Executivo Estadual fiscalizará a execução. Cabe aos prefeitos decidirem as prioridades conforme a demanda de cada cidade, enquanto os consórcios ficam responsáveis pela execução dos serviços.
Mais sobre:









Deixe seu comentário