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Bloqueios dependem da adesão da sociedade
O Comando Nacional dos Transportes já havia anunciado em outubro a intenção de promover um movimento de resistência em todo o país. O líder do último movimento grevista, que ganhou força a partir da paralisação no trevo de São Miguel do Oeste entre fevereiro e março deste ano, Vilmar Bonora, confirmou que a categoria está disposta a se manifestar, mas a postura dos caminhoneiros deve depender da adesão de outros setores da sociedade em todo o país, já que desta vez a pauta seria o pedido de renúncia da presidente Dilma Rousseff (PT) para que a categoria possa dialogar sobre suas reivindicações com um novo governo.
Na tarde de sexta-feira, dia 6, os consumidores fizeram filas nos postos de combustível da cidade a fim de garantir o abastecimento dos veículos. Mas, por enquanto, não há pontos de bloqueio pela região. Contudo, a paralisação já iniciou em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Os pontos de bloqueio mais próximos são em Santa Rosa e Três de Maio.
SAIBA MAIS
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) já afirmou que vai adotar medidas para garantir que o direito de ir e vir seja garantido. Os caminhoneiros que não quiserem aderir ao movimento não poderão ser forçados a fazê-lo.
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