Bandidos que atacaram BB podem estar presos na Capital

Bandidos que atacaram BB podem estar presos na Capital
Divulgação - Criminosos presos na Operação Caixeiro

Os responsáveis pela detonação dos caixas eletrônicos da agência de São José do Cedro podem ter sido presos durante uma operação da DEIC

Cerca de 60 dias após o ataque aos caixas eletrônicos da agência do Banco do Brasil, em 1º de março deste ano, a DIC (Divisão de Investigação Criminal) da Polícia Civil de SMOeste considera a possibilidade de os criminosos já terem sido presos durante a Operação Caixeiros, articulada pela DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), em Florianópolis, no final do mês de abril.

Foram presos em flagrante Jonatan Rafael Fisher, de 28 anos, Orlandinho Teske, de 38 anos, - ambos foragidos do sistema prisional catarinense - Elias Santos Moraes, de 29 anos, Jocemar e José Luiz de Freitas, que é considerado o líder da quadrilha. Ambos também já possuem passagem policial.

Com os integrantes da quadrilha, os policiais apreenderam armamento pesado e de uso restrito do Exército Brasileiro: três fuzis, um calibre 7.62mm, outro calibre 5.56mm e um último fuzil calibre. 30; uma espingarda calibre 12 semiautomática e uma pistola PT 99 calibre 9mm. Também foram recuperados cerca de R$ 100.000,00 em espécie e apreendidos celulares, máscaras, coletes balísticos, inúmeros utensílios usados para abrir os caixas eletrônicos, como barras de ferro e mais de 20 bananas de dinamite.

A RELAÇÃO DOS CRIMES

Apesar de não haver um número exato de quantas quadrilhas vêm praticando arrombamentos a caixas eletrônicos em Santa Catarina, a DEIC acredita que essa que foi desarticulada tenha sido responsável por cerca de 80% dos crimes do Estado.

De acordo com o delegado da DIC em SMOeste, Albert Silveira, o modo de atuação dos criminosos é semelhante ao registrado em São José do Cedro, quando um grupo de bandidos explodiu caixas eletrônicos da agência do Banco do Brasil, trocou tiros com a polícia e fugiu levando o dinheiro dos terminais. Ele ressalta que o armamento apreendido na Capital também é semelhante ao que foi utilizado na região.

Considerando a possibilidade de a quadrilha ter sido a responsável pelo ataque ocorrido em São José do Cedro, o delegado afirma que a DIC encaminhou a Florianópolis amostras de provas colhidas no local do crime para comparação. O trabalho deve ser feito pelo IGP (Instituto Geral de Perícias), que não determinou prazo para divulgação do resultado.

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