Alves defende fiscalização sem penalizar empresas
O presidente da Facisc (Federação das Associações Empresariais de SC), Sérgio Rodrigues Alves, divulgou nota nesta terça-feira, dia 23, em que defende a adoção fiscalização rígida em favor dos protocolos sanitários sem penalizar as empresas que têm investido na segurança de trabalhadores e clientes. Segundo ele, a entidade quer "atuar lado-a-lado com a fiscalização e coibir qualquer tipo de atividade que seja facilitadora da propagação do vírus".
A mensagem foi divulgada após reunião do governador Carlos Moisés da Silva com prefeitos, representantes da Alesc (Assembleia Legislativa de SC), Fecam (Federação Catarinense de Municípios) e MPSC (Ministério Público de SC) que anunciou novas regras de combate à pandemia. Entre elas, sugestões para o fechamento de estabelecimentos não essenciais que impactariam diretamente na atividade econômica.
No texto, Rodrigues Alves diz ainda que a entidade "está ao lado das lideranças neste momento e acredita que a união dos esforços em prol do bem comum é imprescindível no combate à Covid-19".
Veja o texto na íntegra:
Posicionamento da Facisc sobre medidas restritivas para enfrentamento da Covid
A Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), em nome das 148 Associações Empresariais filiadas e mais de 34 mil empresas catarinenses, está ao lado das lideranças neste momento e acredita que a união dos esforços em prol do bem comum é imprescindível no combate à COVID-19. Neste primeiro momento, as medidas tomadas pelo Governo Estadual atende aos anseios da classe empresarial, porém é de suma importância que se reforce a fiscalização e não penalize as empresas que têm investido desde o início da pandemia para garantir a geração de empregos e renda para os catarinenses cumprindo, e inclusive, reforçando as regras sanitárias. A entidade está satisfeita com a proatividade e comprometimento dos líderes em garantir a continuidade dos negócios em Santa Catarina. Queremos atuar lado-a-lado com a fiscalização e coibir qualquer tipo de atividade que seja facilitadora da propagação do vírus.
Sérgio Rodrigues Alves, presidente da Facisc
Mais sobre:









Deixe seu comentário