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Acusado de homicídio é condenado a 10 anos de prisão
O réu Valdecir Calegari, acusado de um homicídio cometido em junho de 2007, na linha Pomba Branca,
O réu Valdecir Calegari, acusado de um homicídio cometido em junho de 2007, na linha Pomba Branca, interior de Barra Bonita, foi julgado na última segunda-feira, dia 25, no Fórum de São Miguel do Oeste. Depois de cerca de dez horas de jurí, Calegari foi condenado a dez anos de prisão pelo assassinato de Nilson Menin. Calegari foi acusado de matar Nilson Menin a tiros e de tentar matar o filho da vítima, Sidinei Menin. No julgamento, Calegari foi absolvido da tentativa de homicídio, e no júri, por homicídio, teve a qualificadora de motivo fútil rejeitada e os jurados reconheceram a qualificadora de emboscada. O advogado de defesa, Luiz Pichetti, disse que não pretende recorrer da decisão judicial. Como Calegari foi condenado por homicídio privilegiado, deverá cumprir pelo menos três anos de cadeia, dos quais um ano e sete meses já foram cumpridos. O CRIME No domingo, dia 3 de junho de 2007, Nelson Menin, de 49 anos, foi morto com um tiro no braço e outro no peito. O crime ocorreu por volta das 18h30, na linha Pomba Branca, e, segundo a PM, foi resultado de uma rixa entre vizinhos. A polícia chegou ao local, próximo à casa da vítima, por volta das 19h20, e encontrou Menin envolto numa manta. No local do crime, além do revólver, havia indícios de briga: uma moto com uma perfuração de bala no tanque de gasolina, chinelos espalhados e um capacete com a viseira quebrada. Por volta das 9h de segunda-feira, dia 4 de junho de 2007, o advogado do suspeito do crime entrou em contato com a polícia. Segundo a PM, Valdecir Calegari foi quem atirou em Menin e se apresentou na presença de seu advogado. Na época, ele passou por interrogatório e depois foi liberado, pois não foi preso em flagrante e ainda não havia sido expedido o mandado de prisão preventiva. O acusado admitiu que a arma era sua e que atirou na vítima, mas afirmou que não tinha intenção de matar, tendo sido um acidente, tendo alegado, ainda, legítima defesa. Conforme a PM, os dois tinham desavenças pessoais. A vítima tinha várias passagens pela polícia e estava morando em Barra Bonita há dois anos. Já o acusado não tem antecedentes criminais.
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