Extremo Oeste define prioridades regionais durante plenária da Facisc com participação da Acismo |
Ação social auxilia Casa de Apoio Terezinha Gaio Basso
A Acismo (Associação Comercial e Industrial de São Miguel do Oeste), ciente das responsabilidades sociais como entidade, lança a partir deste mês um projeto para auxiliar a Casa de Apoio Terezinha Gaio Basso. De acordo com o presidente da associação, Irton Edgar Lamb, dentro do planejamento da nova diretoria está a meta de apoiar uma entidade sem fins lucrativos de São Miguel do Oeste. Ele explica que a opção de auxiliar essa entidade foi tomada com ciência da diretoria sobre as dificuldades enfrentadas pela equipe de gestão da Casa de Apoio para custear os gastos mensais, já que a entidade é sem fins lucrativos. “Percebeu-se que a Casa de Apoio vinha enfrentando muita dificuldade, a mídia já vinha alertando essas necessidades básicas a serem supridas, além de que ela abriga pessoas de toda a região extremo oeste catarinense”, destaca.
A vice-presidente administrativa da Acismo, Carla Andrea Assenheimer, esclarece que a associação servirá de intermediária na arrecadação de doações para a Casa de Apoio por meio da cobrança, incluindo a doação na mensalidade da associação. Posteriormente, os valores doados serão repassados periodicamente à Casa de Apoio. “O associado poderá optar por três valores: R$ 5,00; R$ 10,00; R$ 15,00; ou um valor que sugerir. A contribuição será mensal, e o tempo/duração poderá ser escolhido pelo associado por prazo indeterminado, mas o cancelamento deverá ser avisado com até um mês de antecedência”, explana.
Carla enfatiza que, com a estrutura de cobrança oferecida pela Acismo fica, mais fácil controlar os valores, pois, do contrário, a Casa de Apoio teria mais dificuldade para, sozinha, realizar essa arrecadação. “Esperamos com esta ação, contribuir com essa entidade que muito precisa, bem como com todas as pessoas que utilizam daquele espaço em momentos de dificuldade. Quem sabe, essa iniciativa até estimule associações de outros municípios a ajudar, uma vez que a Casa abriga pessoas de toda a região do extremo oeste catarinense”, considera. De acordo com a presidente interina da Casa de Apoio, Cristiane Zanatta Massaro, atualmente, a maior dificuldade é manter as despesas fixas da Casa. “Para conseguir recursos, já realizamos almoços, rifas, pedágios, e temos parcerias formadas com algumas empresas, mas temos despesas fixas, como aluguel da Casa, água, luz telefone, além de ter alguém que monitora, controla a alimentação e limpeza. Isso tudo gera uma despesa fixa em torno de dois mil reais por mês”, finaliza.
Mais sobre:






Deixe seu comentário