?Ser médico: uma paixão sem remédio?

Cremesc aponta que número de profissionais é crescente na região

Um dos mais importantes profissionais presentes na sociedade comemorou nesta segunda-feira, dia 18, seu dia especial, o Dia do Médico. Este profissional utiliza o saber específico e as técnicas e abordagens que lhe permitem promover a saúde e o bem-estar físico, mental e social dos indivíduos. Para a delegada Regional do Cremesc (Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina), Celina Poletto, é interessante para todos os trabalhadores que suas profissões sejam reconhecidas. E por esta razão, o fato de ter um dia para a atividade do médico é justa e gratificante. 

Segundo a profissional, a região possui um número crescente de médicos, e isto tende só a aumentar pelo fato de ter mais escolas médicas, e mais próximas, como as de Chapecó e Joaçaba, além de a oferta de postos de trabalhos estar aumentando. ?Temos uma grande demanda através das Secretarias de Saúde dos municípios e a população aprendeu que pode se beneficiar da disponibilidade destes serviços?, destaca Celina, que aponta que, como em todas as profissões, o médico também possui dificuldades diárias no exercício da profissão. ?Por vezes, devido à falta de estrutura física em que ele atua, outras porque o seu paciente tem dificuldades em se expressar e entender o que lhe é ensinado, outras por se defrontar com situações inusitadas que o conhecimento acumulado não lhe permite resolver. Entretanto, para o médico, seu grau de satisfação reside na resolução do problema?, garante. 
Sobre a atuação do Cremesc na região, a delegada Regional salienta que o Conselho é um órgão que procura fazer com que o exercício profissional seja executada com perícia e ética. Conforme ela, o Cremesc, mais do que tudo, protege o exercício profissional, fazendo com que o indivíduo, mesmo doente, tenha seus direitos de cidadania preservados. 
?Na Medicina, as práticas e o conhecimento estão em constante renovação, e para qualquer um de nós, médicos, as perspectivas, boas ou ruins, dependem do investimento que fazemos em conhecimento e habilitação. Ser médico é trabalhoso, é desgastante, ninguém gosta de perder nada, e nós temos uma relação com a vida, não admitimos perder vida, seja de forma parcial ou total. Nosso esforço é constante e intermitente em busca do melhor para nossos pacientes. Como indivíduos, passamos a instrumentos para melhorar os que nos cercam, vivemos medicina, doenças, mais conhecimentos durante as vinte e quatro horas do dia. Nos tornamos trabalhadores incansáveis e por isto merecedores da confiança de nossos pacientes. Enfim, ser médico é uma paixão sem remédios e uma atividade essencial para os humanos?, avalia a médica.
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