Dnit alerta para interdição total da BR-163/SC nesta sexta-feira |
\' Exoneração na prefeitura: PMDB encaminhará representação no MP e pretende criar CPI
Denúncias da secretária de Saúde exonerada de São Miguel irão parar na Justiça
A poeira da exoneração da secretária de Saúde de São Miguel do Oeste, Eliane Zanotto, pelo prefeito em exercício, Vilson Watte (PP), pelo jeito não vai baixar tão logo. Após ela ser demitida do cargo por motivos que ainda ninguém sabe realmente quais são, por haver mais de uma versão, chegou a vez do principal adversário do Partido Progressista, o PMDB, entrar na jogada. Na noite da última quarta-feira, dia 3, os peemedebistas de São Miguel do Oeste estiveram reunidos e decidiram que será encaminhada uma representação ao Ministério Público, para que os fatos de supostos favorecimentos sejam esclarecidos. Segundo o vereador Flávio Ramos, as denúncias feitas por Eliane são graves e contundentes. "Ela disse que foi várias vezes procurada por Watte para favorecer grupos, pessoas e entidades. Diante dessas denúncias, vamos tomar algumas providências, porque essa é uma das funções dos vereadores, de fiscalizar as ações do Executivo. Se houver algum ato ilegal de favorecimento ilícito para quem quer que seja, precisamos trabalhar e defender o cidadão", afirma. Ramos disse que será necessária uma apuração rigorosa por parte do Ministério Público e se o favorecimento for confirmado, os envolvidos deverão ser punidos. "Também faremos o requerimento na Câmara de Vereadores, solicitando a abertura de uma CPI para apurar esses fatos. Estamos surpresos pela gravidade das denúncias e a população precisa de uma resposta. Não ficaremos omissos nesse momento. A denúncia será formulada nos próximos dias através de nossa assessoria jurídica e protocolada na Justiça", finaliza. Já o presidente do PMDB, Deoclécio Zanatta "Fio", reforçou a declaração de Ramos, dizendo que essa denúncia vinda da própria base governista chegará nas mãos do Ministério Público. "Não vamos deixar isso passar em branco, pois quem perde é o povo. Na época do governo anterior de João Valar, eram pagos R$ 22,5 mil para o plantão no Hospital Missen -hoje Casa Vitta- e agora são pagos R$ 75 mil", exemplificou. Fio disse ainda que a Câmara de Vereadores também tomará uma atitude paralela, criando uma CPI. "Precisamos ter uma segurança para a CPI andar, e não acabar em pizza. Nesse momento, o maior defensor da população será o Ministério Público", resume.









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