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Vereadores sugerem implantação de lixeiras subterrâneas como alternativa para a coleta de lixo
As lixeiras subterrâneas seriam semelhantes a contêineres, colocados no subsolo das calçadas e que podem armazenar até 3 m³ de resíduos
Um modelo de coleta de lixo usado no município de Paulínia, no interior de São Paulo, serviu de inspiração para a Indicação Legislativa nº 137/2014, que sugere o estudo de viabilidade para a implantação de lixeiras subterrâneas no centro de São Miguel do Oeste. O documento é proposto pelos vereadores Cristiane Zanatta Massaro (PMDB), Gilberto Berté (PMDB), Idemar Guaresi (PR) e José Jair Giovenardi (PR).
Segundo os vereadores, as lixeiras subterrâneas seriam semelhantes a contêineres, colocados no subsolo das calçadas e que podem armazenar até 3 m³ de resíduos. Sobre a calçada, ficaria uma lixeira com fundo falso. Assim, o lixo depositado na lixeira cai para o contêiner e ali fica armazenado até a coleta do lixo pelo caminhão. “É uma ação fácil de implantar e reduziria a quantidade de viagens do caminhão de recolhimento do lixo, de seis vezes por semana para duas vezes”, justifica Idemar Guaresi.
A justificativa dos vereadores aponta que o sistema é 30% mais econômico que a coleta de lixo tradicional, já que utiliza menos mão de obra, deslocamento de veículo e energia. Para a retirada do lixo, uma grua hidráulica é colocada no teto da caixa subterrânea, que é suspensa até a superfície e presa ao caminhão, onde o resíduo é despejado.
“O orgânico e o reciclável são levados em viagens separadas. Depois que tudo é despejado, o recipiente volta para o lugar e os funcionários fecham a tampa com a lixeira. A cidade recebe os demais benefícios: na questão urbanística, na questão ambiental, a proteção no sistema de drenagem, de não ter o risco do lixo entupindo bueiro. Não tem problemas com animais mexendo no lixo”, diz a justificativa.
A indicação foi aprovada por unanimidade e seguirá para o prefeito.
Ascom Câmara
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