Inscrições para o Prêmio Paz nas Escolas seguem até o dia 29 de maio |
Sexto Sentido
A ciência ainda não tem plena pesquisa sobre outros sentidos humanos
A ciência ainda não tem plena pesquisa sobre outros sentidos humanos além dos já reconhecidos como: olfato, paladar, tato, ouvido e visão. Desde muito tempo, uma percepção sentida pelos humanos é por enquanto denominada de extra-sensorial. É aquela que faz você se arrepiar quando passa por um local, ou aquela que faz pressentir um acontecimento, ou entre outras manifestações perceber uma presença que se aproxima. Sentem-se inexplicavelmente diferentes captações de realidades próximas ou distantes, de coisas pessoais ou de todos, em relação a conhecidos ou desconhecidos, referente a pessoas ou objetos.
Gosto de pensar que esta capacidade é o lado divino da criação humana. \"Feitos à imagem e semelhança de Deus\". Seria nosso onipresente inconsciente o pedaço divino que acompanha o humano. É um poder que todas as pessoas possuem. Só é preciso certo relaxamento, uma leveza interna, deixar fluir e manter parte da percepção neste espaço. Acho interessante e divertido quando acontecem comigo estas percepções.
E aí? Que ligação tem a educação com a percepção extra- sensorial? Estas são questões importantes e permanentes, profundas e não palpáveis. Filhos e alunos são seres com menos \"poluição mental\", e portanto sua extra-sensorialidade mais manifestada. Pela falta de maturidade e experiência, crianças ainda não diferencia seus tipos de percepção. Sua construção interna de mundo é constituída de todos os sentimentos, experiências e aprendizados que vivencia. Os adultos, responsáveis por sua formação, têm a responsabilidade de buscar constantemente seu próprio aperfeiçoameno pessoal para no patamar da extra-sensorialidade passar formas positivas e saudáveis de estar no mundo. Rancor, mágoa, medos, angústias, problemas não resolvidos, segredos são elementos extremamente negativos e percebidos pelas pessoas que convivem.
Fazem parte da vida maldades, perversidades, tristezas, alegrias, sucessos e fracassos. Tirar lições e partilhar os aprendizados com os episódios bons e ruins pessoais faz parte de uma vida saudável. Por exemplo: é comum alunos de capacidade mental ótima ter péssimo rendimento escolar por causa de segredos mantidos na família sobre sua própria vida. Adoção, abandono ou outros episódios. Segredos maternos ou paternos igualmente perturbam o rendimento dos filhos. Aliás, todas as situações mal resolvidas impedem o fluxo da generosidade e abundância da vida.
Voltamos a uma questão recorrente. Para ser um bom educador é preciso investir no próprio crescimento pessoal. Melhorar a cada dia e aprender sempre. Ser e parecer um bom cidadão. Parece uma receita. E é. Quem trilha este caminho sabe que custa investimento financeiro e dor no processo de crescimento pessoal. Porém, ganha-se saúde, melhor relação com a vida e as pessoas, e um sono muito sossegado.
Mais sobre:









Deixe seu comentário