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Seminário reforça papel do Conselho Tutelar
Na última quarta-feira, dia 11, a ACCT (Associação Catarinense de Conselhos Tutelares) de Santa Catarina promoveu no Colégio São José, em São Miguel do
Na última quarta-feira, dia
Coordenador-geral e presidente da associação, Paulo Vendelino Kons, enfatiza que não mais é possível que a família, a comunidade e os governos permaneçam anestesiados frente à situação grave e emergente com a qual se depara diariamente na área da infância, que exige ações que garantam concretamente o que o Estatuto da Criança e do Adoles-cente assegurou há mais de 18 anos.
Órgão inovador na sociedade brasileira, com a missão de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente e o potencial de contribuir para mudanças profundas no atendimento à infância e adolescência, o Conse-lho Tutelar está presente nos 293 municípios catarinenses. Integrado por cinco membros titulares, o Conselho Tutelar é um espaço legítimo onde a própria comunidade, através de seus representantes, atende suas crianças, adolescentes e famílias na defesa, orientação e no encaminhamento de suas demandas.
Entre os assuntos discutidos por Kons e o diretor Executivo do Instituto Geração Crian-ça, Roberto Diniz Saut, estão as constantes violações dos direitos de crianças e adolescentes, vítimas de abandono, violência física e sexual, indiferença, miséria e outras formas de abuso, ação ou omissão e a fragilidade existentes nos vários organismos que devem compartilhar o apoio e o resgate à criança e ao adolescente em situação de vulnerabilidade.
Durante o evento estiveram presentes educadores, adolescentes, conselheiros tutelares, conselheiros dos direitos, representantes de ONGs com atuação na área, prefeitos, vereadores, juízes de direito, policiais civis e militares, advogados, promotores de justiça, técnicos e secretários das área da Educação, Saúde e Serviço Social, pastorais e comunidade em geral. "Promover, zelar e garantir os direitos das crianças e dos adolescentes, arti-culando a Sociedade Civil e Poder Público pa-ra fazer valer a Doutrina da Proteção Integral e o princípio da Prioridade Absoluta, é uma responsabilidade de todos nós”, finaliza Kons.
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