Secretário de Saúde mostra preocupação com o concurso

O secretário de Saúde de São José do Cedro, Ismael Batista

O secretário de Saúde de São José do Cedro, Ismael Batista, manifestou, no início desta semana, preocupação quanto ao atendimento à população do município, principalmente com o bloqueio judicial do concurso realizado no final de 2009, onde constava a contração de diversos especialistas para a área da saúde. Segundo ele, no concurso que continua sob judice, existem vários cargos que seriam ocupados pela saúde. Dentre eles, médicos para o distrito de Padre Réus e para o posto Estratégia Saúde da Família 3, além de técnicos de enfermagem para a comunidade de São Vendelino, que já está há um ano sem esse técnico.

O secretário destaca também que precisa urgentemente de um técnico em Vigilância Sanitária e de agentes comunitários de saúde para as comunidades de linha São Domingos, São Vendelino, Padre Réus e para a cidade. Batista lembra que no setor dos agentes comunitários de saúde já estão acontecendo problemas devido à falta de profissionais. "Nós já estamos tendo problemas porque o Ministério da Saúde está pleiteando o corte de recursos em São José do Cedro, pela ausência dos vigilantes" destacou.

Batista destacou também que na última sexta-feira, dia 29, foi realizada uma reunião com o prefeito em exercício, Antoninho Malvessi, colocando-o a par dessa situação, a qual foi encaminhada para a assessoria jurídica, que analisa uma forma de contratação desses profissionais para atender a população. Batista pede a compreensão da população, pois, sem esses profissionais, o setor da saúde fica desguarnecido. "Enquanto perdurar o concurso sob judice, que nós não temos ainda ideia de quando pode terminar, dependemos da decisão da Justiça para que a gente possa saber se o concurso está valendo ou se precisará fazer um novo", enfatizou.

A Justiça da comarca de São José do Cedro suspendeu a correção e a divulgação do gabarito das provas do concurso da prefeitura depois de uma denúncia do vereador Elandir Zanardi (PP) e da manifestação do Ministério Público. A Justiça havia determinado a suspensão das provas, mas com recurso da Administração Municipal e a Ameosc, responsável pela aplicação da provas, a Justiça permitiu a realização das provas, mas com algumas restrições até que o caso seja julgado.

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