São Miguel não consegue eleger representante

São Miguel não consegue eleger representante
Folha do Oeste

Maurício Eskudlark conseguiu a 1ª suplência na Assembleia

Na campanha eles esbanjaram otimismo, se esforçaram em busca de apoio nos mais diversos segmentos da sociedade, contudo nas urnas o resultado não foi o esperado, mas também não foi tão decepcionante assim. São Miguel do Oeste teve duas lideranças políticas concorrendo e quem chegou a beliscar uma das 40 vagas para a Assembleia Legislativa foi Maurício Eskudlark (PMDB), o delegado de Polícia Civil e ex-vereador em São Miguel contabilizou 34.093 votos, o que o deixou na primeira suplência. Ele afirmou que esperava receber mais de 40 mil votos. Salientou também que obteve votação em 290 dos 293 municípios catarinenses. ?Poucos deputados, mesmos os com melhor votação, conseguem isso. Posso ainda assumir a Assembleia Legislativa se qualquer um que ficou na minha frente pedir afastamento, seja para assumir cargos do governo ou por outros motivos, aí eu serei o primeiro deputado a ser chamado. Agradeço a todos os amigos e eleitores pelo voto e farei de tudo para recompensar com dignidade e honestidade?, finaliza.

Outro político de São Miguel foi o comerciante Moacir Fiorini (PDT), primeiro suplente da candidata a senadora Beth Tiscoski (PP). Ela ficou na 6ª colocação, com 321.714 votos. Ainda da região, dois outros concorrentes, com forte estrutura de campanha, não conseguiram vaga de deputado estadual: Mauro de Nadal (PMDB), de Cunha Porã. Ele ficou como segundo suplente, atrás apenas de Eskudlark, com 33.330 votos.
Já o cedrense Plínio de Castro (PP) tinha grande expectativa pelo fato de o Partido Progressista ter escolhido apenas dois nomes na região Oeste, buscando uma efetiva eleição, mas isso não se concretizou. Plínio obteve 20.157 votos. ?Infelizmente, nossa meta não foi alcançada, mas a democracia se fez soberana. Fica aqui o nosso reconhecimento pelo esforço, pela parceria e dedicação daqueles que não mediram esforços para que a nossa vontade de poder ajudar a região se concretizasse?, observou.
Por sua vez, o deputado federal Cláudio Vignatti (PT) não se elegeu senador, mas obteve uma marca histórica no Partido dos Trabalhadores. Ele obteve 1.219.700 votos ao Senado, sendo o mais votado na história do PT em Santa Catarina. Vignatti acabou em terceiro e logo na segunda-feira, dia 4, esteve em Florianópolis, onde afirmou que até o dia 31 de outubro a prioridade é garantir a eleição de Dilma presidente. ?Fizemos uma boa votação ao Senado, mas não o suficiente para garantir êxito nessa eleição. O crescimento dos candidatos Serra e Colombo influenciaram na nossa votação ao Senado. Vamos eleger Dilma presidente e garantir sua vitória aqui em Santa Catarina?, disse Vignatti.
Outro político do Oeste que fez uma expressiva votação foi o deputado federal Valdir Colatto (PMDB). Ele não conseguiu reeleição com 86.725 votos. Gervásio Silva (PSDB), que também buscava reeleição para a Câmara Federal e tinha uma forte ligação com a região, ficou de fora com 59.060 votos.
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