Rede Municipal de Bandeirante adere ao Pnaic

Rede Municipal de Bandeirante adere ao Pnaic
Folha do Oeste

Principal meta do Pacto é alfabetizar as crianças até os oito anos de idade em Língua Portuguesa e Matemática

Para oferecer ainda mais qualidade de ensino em Bandeirante, a Rede Municipal de Educação aderiu ao Pnaic (Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa). O pacto foi lançado em novembro de 2012 e tem como principal objetivo alfabetizar as crianças até os oito anos de idade em Língua Portuguesa e Matemática. Por meio da formação pedagógica, direcionada para educadores que atuam no primeiro, segundo e terceiro ano, há o compromisso de fazer com que os alunos desenvolvam aptidões até o 3º ano. No lançamento do Pacto, a presidente Dilma Rousseff enfatizou que até os oito anos toda criança vai ter de saber ler, escrever, interpretar um texto simples e, também, somar e subtrair e ter noções de multiplicar e dividir.

Estudos apontam que 15% das crianças com oito anos de idade não conseguem interpretar um texto ou fazer as contas básicas. Por causa dessa dificuldade, não conseguem aprender as outras matérias ensinadas nos anos seguintes, e muitas são reprovadas; algumas até abandonam a escola. Com o Pacto, todos os anos, as crianças do segundo e terceiro anos do Ensino Fundamental realizarão uma prova que vai verificar se elas realmente estão aprendendo. Para a orientadora de estudo do Pnaic em Bandeirante, Carine Nascimento Colli, este Pacto só vem a melhorar a educação brasileira. Segundo ela, as capacitações já iniciadas no município com os professores vêm aprimorar o conteúdo já aplicado na sala de aula. Segundo Carine, em Bandeirante estão envolvidos no Pnaic 12 professores e cerca de 100 alunos da cidade, mais os da comunidade de Prata. “Acredito que este trabalho somente contribui para melhorar a qualidade de ensino”, considera a orientadora, apontando que neste ano as atividades são voltadas à Língua Portuguesa.

ATIVIDADES COM O JORNAL

Em Bandeirante, a rede municipal de ensino também já iniciou os trabalho com o jornal de sala de aula. Semanalmente, o Folha do Oeste chega às escolas e é repassado às turmas. “Além de ser utilizado para leitura, o jornal também é uma ferramenta de auxílio no processo de ensino, e os professores desenvolvem atividades com base nele. Os alunos têm grande interesse em ler o jornal, pela proximidades dos conteúdos com a realidade deles. Muitas encontram até pessoas conhecidas e familiares entre as reportagens”, destaca a orientadora educacional da Escola Municipal Bandeirante, Carine Nascimento Colli.

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