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Prefeito defende ações regionalizadas em audiência

Prefeito defende ações regionalizadas em audiência
Captura / TV AL

A Alesc (Assembleia Legislativa de SC) promoveu na segunda-feira, dia 20, uma audiência pública para discutir as políticas de combate à pandemia de Covid-19. Na ocasião participaram parlamentares, secretários de Estado, Paulo Eli (Fazenda) e André Motta Ribeiro (Saúde), a Fecam (Federação Catarinense de Municípios), entre outras autoridades. O prefeito de São Miguel do Oeste também esteve presente na reunião virtual, que foi marcada por críticas à gestão estadual da crise.

Os gestores municipais afirmaram que o Executivo estadual foi pouco ativo no enfrentamento à doença e questionaram as decisões da Secretaria de Estado da Saúde. Em resposta, o secretário André Motta Ribeiro (Saúde) afirmou que o Estado repassou os recursos e equipamentos necessários, e que a relação do Estado com os municípios precisa de "ajustes".

Trevisan, na oportunidade, coloca sugestões a serem levadas aos secretários de Estado, pensando nos próximos procedimentos e medidas em relação a políticas públicas nos municípios para conter o avanço da pandemia. "Já que se determinou pelas regiões para se discutir isso, que fique com as regiões. Para não acontecer aquele mal-estar como aconteceu com Joinville, e se converse antes de tomar uma medida incluindo uma região neste ou naquele procedimento por um decreto". Além disso, levando em conta a estruturação da rede regional, ele alega que que em nossa região há vários hospitais filantrópicos e que estas entidades que podem atender alguns pacientes do Hospital Regional no momento em que chegar ao pico da pandemia na cidade, o que ele afirma que acontecerá perto do dia 10 de agosto.

O presidente da Fecam Federação Catarinense de Municípios, Orildo Severgnini, também defende que as ações sejam regionalizadas. "Entre a conversa e a prática há uma distância muito grande. A Fecam sempre esteve disponível ao governo. Queremos ser ouvidos. Fomos desrespeitados na sexta-feira. Foi uma desconsideração do Estado", disse.


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