Câmara aprova projeto dando nome de Amábile Olga de Azevedo para ginásio |
População precisa seguir colaborando
De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde nesta quarta- -feira, dia 9, a Região Extremo Oeste não está mais inclusa no grupo de regiões que estão classificadas como passou de grave (laranja) e agora passa a classificar-se com risco alto (amarelo). Para realizar a avaliação, o Governo do Estado leva em consideração os índices de casos ativos e recuperados, incidência, letalidade e velocidade de avanço do vírus. Em São Miguel do Oeste, atualmente são 90 casos ativos e 504 recuperados dos 596 pacientes já registrados com a doença no município.
Em todo Brasil se observa uma redução na propagação da doença, e conforme o coordenador do Comitê de Crise de SMOeste, Maurício Piacentini, essa questão se reflete no município. Para o médico, o fato da região ter passado de risco grave para alto é o resultado do conjunto de medidas de prevenção tomadas pelas autoridades bem como a atitude da maioria das pessoas, respeitando as normas de distanciamento e higiene. "Tudo isso tem surtido efeito desde o início da pandemia. Nas duas primeiras semanas de agosto nós tivemos um aumento importante tanto nos diagnósticos da nossa região como também nos casos de internação hospitalar, quando o Hospital Regional Terezinha Gaio Basso figurou 100% de ocupação. De lá para cá tem diminuído, tanto a incidência de novos casos quanto também as internações. A gente vê isso com muita satisfação", afirma o médico.
Entretanto, o risco ainda não passou e o profissional defende que se as pessoas relaxarem a pandemia pode voltar a crescer, e os leitos de UTI podem voltar a figurar com 100% de ocupação. "É determinante que as pessoas entendam o seu papel no combate à pandemia: façam o uso da máscara, promovam o distanciamento social e continuem evitando aglomerações. Se as pessoas entenderem e continuarem a se cuidar, nós continuaremos com a pandemia sob controle e sem grandes problemas a nível regional", comenta.
A Vigilância Epidemiológica divulgou também dados sobre as características dos pacientes e estudos acerca da transmissão da doença no município. Veja abaixo os gráficos.
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