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População de Palma Sola realizou protesto contra possível fim das escolas especiais
Cartazes com os dizeres: ?Queremos liberdade de escolha, queremos escolas especiais? foram levados durante a caminhada
Na última quarta-feira, dia 07, professores, direção, alunos, autoridades municipais e população de Palma Sola participaram de caminhada em protesto à votação da Meta 4 do PNE (Plano Nacional de Educação) que propõe mudanças no ensino para estudantes com necessidades especiais. A caminhada começou Apae, passando pela prefeitura, fazendo retorno na praça, até chegar ao calçadão, os palmasolenses seguravam cartazes, com frases como: “Queremos liberdade de escolha, queremos escolas especiais”.
A diretora da Apae, Margarete Bortoli, agradeceu a todos pela participação e ressaltou que a Apae é favorável a inclusão dos estudantes especiais no ensino regular, mas é contra o fim das escolas especiais, onde o aluno recebe ensino pedagógico e também atendimento clínico. O prefeito Domingos Locatelli declarou que é totalmente a favor das escolas especiais.
Na Apae são atendidos cerca de 70 alunos. São 56 alunos que frequentam a escola todos os dias e os outros 14 estudam na Escola Municipal Libório Kunh e Colégio Estadual Claudino Crestani, na sala de apoio ao estudante com deficiências (SAED) e recebem atendimentos psicológicos na Apae.
Esses 70 estudantes recebem ensino pedagógico, aulas de artes, educação física, informática, têm atendimento com psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga e psiquiatra.
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