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Polícia fala sobre nota falsa de R$ 20 encontrada
Durante a semana passada, chegou até a redação do Folha do Oeste uma nota falsa de R$ 20 que foi interceptada em um mercado da cidade de São Miguel do Oeste. A nota foi identificada como falsa e não se sabe a origem dela, e sendo assim, todas as medidas cabíveis foram tomadas. Pensando no fato, a redação tentou entender como é necessário agir em circunstâncias como essas. Essa nota específica, foi identificada como falsa pelo material do adesivo verde no canto superior direito.
A Polícia Federal é responsável por lidar com esse tipo de crime, e de acordo com o delegado da Superintendência da Polícia Federal de Dionísio Cerqueira, Daniel Reschke, quando alguém recebe uma nota falsa e percebe na hora, deve acionar imediatamente a polícia. Se percebido a falsificação somente mais tarde, e não saber de quem recebeu a nota, é necessário mesmo assim fazer uma ocorrência (na Polícia Militar) ou entregá-la na agência bancária, que fará o recolhimento, nunca deixar circular novamente. O crime de inserção de nota falsa no mercado, dependendo do envolvimento da pessoa, pode ser mais ou menos grave, e considerada de formas diferentes para a produção da nota e repasse no mercado. Jailson Franzen, comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar explica que há uma gama muito grande de possibilidades de enquadramento da pessoa em situação criminal que envolva a distribuição de nota falsa, e por mais que no município seja raro esse tipo de situação, geralmente não acontece de forma isolada. "Quando se encontra uma, mais pessoas encontram notas falsas em circulação", diz Franzen. Esse padrão também é percebido por Reschke, que por lidar com uma abrangência local maior, lida de forma mais frequente com o crime, e conta que é comum registrar o "derrame" da cédula, quando, por alguma prática ilegal, criminosos recriam as cédulas e depois fazem o espalhamento no comércio. Muito provavelmente um cidadão comum também não receba a nota de má-fé, até porque é difícil comprovar quando ela foi fabricada e quando passou a circular em tal local, ou já vem de uma longa circulação.
Franzen recomenda que sejam tomados os cuidados principalmente para quem trabalha no comércio e lida com grandes quantias de dinheiro, e recomenda também aos cidadãos comuns atentem às notas que recebem, principalmente às de valor alto, que são as mais falsificadas. O comandante relembra que o fato de repassar a nota adiante já é caracteriza do como crime, e ao perceber uma nota falsa é de suma importância entrar em contato com a Polícia Militar.
Pela região de São Miguel do Oeste, por ser de fronteira, onde o comércio é bastante ativo, é necessário tomar esses cuidados e investir em equipamentos que fazem a checagem das cédulas recebidas que também pode ser feita com um olhar atento e alguns procedimentos simples. Veja abaixo algumas dicas da cartilha do Banco Central para perceber notas falsas sem investir em equipamentos.
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