Nini Scharnoski e Cristiane Massaro tem discussão polêmica durante sessão

Nini Scharnoski e Cristiane Massaro tem discussão polêmica durante sessão
Folha do Oeste

Motivo da ?troca de farpas? foi a indicação de projeto que prevê aumento de R$ 1 para a Saúde por meio de CIS/Ameosc

Os radiouvintes e público presente na sessão da Câmara de Vereadores de SMOeste da noite da terça-feira, dia 14, presenciaram uma troca de farpas que se estendeu por longo tempo entre os vereadores Valnir Scharnoski (PSD) e Cristiane Zanatta Massaro (PMDB). O motivo da discussão foi um projeto enviado pelo Executivo municipal que permite que o município repasse até R$ 1 por habitante para o atendimento de saúde da população, por meio do CIS/Ameosc. Com o aumento do valor será repassado mais R$ 17 mil por mês para a Saúde.

O vereador Scharnoski se mostrou contrário ao projeto e fez um requerimento de informação. Ele pediu respostas sobre o custo dos exames que são fornecidos pela Secretaria de Saúde, através do CIS Ameosc, discriminando-os nome e valor, e quais são as clínicas credenciadas para tais exames; pediu informação de como são autorizadas as consultas por este convênio, e qual o custo de cada consulta, e quais os médicos credenciados; informar todos os procedimentos que são autorizados por este convênio com seus respectivos valores, entre outros questionamentos.

O legislador do PSD falou em seu discurso que então os moradores de SMO deveriam procurar a vereadora para resolverem todos os problemas da saúde, pois para ele não se pode haver solução com pouco dinheiro. “É mentira quem diz que com um R$ 1 pode se salvar a saúde”, ele ainda argumentou: “Procure a vereadora que ela vai salvar a saúde. Procure a vereadora que ela irá lhe dar os exames ”, recomendou.

Já a vereadora Cristiane rebateu dizendo que não falou que o projeto irá resolver os problemas e sim ajudar a melhorar a saúde do município. “Isso não irá salvar São Miguel e sim está ajudando, colaborando”, afirmou. A vereadora também destacou sobre a demora do projeto em ir à votação. “Pedi porque o projeto não iria à votação e o senhor me respondeu por que o projeto é até R$ 0,50, eu lhe questionei: mas se o senhor votou em 2010 que era até R$ 0,50? Eu lhe questionei e mostrei a lei, senhor presidente eu vou lhe chamar para a mesa, o senhor bateu e disse: ‘eu vou lhe quebrar a cara’”, contou.

A vereadora destacou que as coisas não se resolvem com ameaças ou “no grito” e sim com diálogo. Cristiane disse que foi buscar as respostas dos questionamentos de Nini, e destacou que a preferência é para que os pacientes não fiquem em salas de espera e cedeu as informações para o companheiro da Casa Legislativo.

Após a discussão acalorada entre os vereadores o projeto foi aprovado. Porém as informações solicitadas devem provocar nova discussão na casa.
 

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