Modulação hormonal

Modulação hormonal
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Tratamento objetiva a manutenção da plenitude da capacidade funcional e metabólica

Os conhecimentos científicos atuais ressaltam a importância da promoção da saúde ao longo da vida, para prevenir ou retardar situações de doença e alcançar maior qualidade de vida. A interseção entre o sistema imunológico, a inflamação, produção e facilitação de patologias parece estar bem estabelecido no envelhecimento. Mas também, o estresse - vilão da vida moderna - tem uma posição de destaque como agente desencadeador de disfunções e alterações metabólicas. A informação é da ginecologista e obstetra, pós-graduanda em Fisiologia da Longevidade Humana e Modulação Hormonal Bioidêntica, Tânia Mara Mendes Gobbi.
De acordo com a profissional, muitos sintomas que surgem, independentemente da idade, como desânimo, insônia, queda de cabelo, irritabilidade, diminuição da libido, podem ser consequência de um desajuste hormonal. “E quando se fala em hormônios, não se está referindo somente aos hormônios sexuais, pois outras glândulas produzem diversos hormônios indispensáveis ao equilíbrio do organismo. Os hormônios são os mensageiros químicos que controlam o processo de renovação e reparo celular, regulando o funcionamento do corpo”, explica.
Segundo a ginecologista, atinge-se o ápice de performance em torno dos 25 a 30 anos. A partir daí, a natureza impõe uma inexorável queda funcional gradual. Após os 30 anos, inicia-se um processo de redução da capacidade de produção dos hormônios anabólicos, com função de renovação e reparo das células, e se envelhece mais rapidamente em consequência dessa queda hormonal, aumentando os riscos de aquisição de doenças. “Assim, para manter os indivíduos saudáveis, é preciso atuar de forma preventiva e preditiva, antes que os problemas se manifestem ou se agravem”, aponta Tânia.
Segundo ela, a Medicina progride a largos passos na prevenção de doenças e na melhora da qualidade de vida e da performance, inclusive após os 50 anos. E devido ao avanço terapêutico, surge o tratamento por meio da Modulação Hormonal Bioidêntica, que objetiva a manutenção da plenitude da capacidade funcional e metabólica, o rejuvenescimento, o equilíbrio orgânico principalmente do ponto de vista glandular e a prevenção do envelhecimento. Tânia salienta que na modulação todos os hormônios do corpo são equilibrados, harmonizados, controlando assim as carências do organismo, não importando o fator idade. “Ao invés dos hormônios sintéticos utilizados na medicina tradicional, os hormônios bioidênticos não causam efeitos colaterais por possuírem uma estrutura molecular igual a que o nosso organismo produz. Dessa maneira, resultados clínicos seguros e incomparáveis podem ser obtidos”, assegura a especialista.
Para a ginecologista, existe uma tendência equivocada de se pensar que a questão hormonal atinge apenas as mulheres, entretanto cabe lembrar que o homem também produz hormônios, os quais também podem sofrer alterações, produzindo sintomas. Assim, este tratamento é recomendado para todos que buscam um aprimoramento de seu desempenho físico, intelectual e mental.

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