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Juri do acusado de assassinar Libardoni foi adiado
Em razão da desistência do advogado Marcos Daniel Haeflieger em defender os réus, o júri popular teve que ser adiado
O julgamento de Mário Duarte e Roberto Carlos Zuffo estava marcado inicialmente para quarta-feira, dia 29, no Fórum da Comarca de Dionísio Cerqueira. Entretanto, em razão da desistência do advogado Marcos Daniel Haeflieger em defender os réus, o júri popular teve que ser adiado.
Segundo as informações repassadas por servidores do Poder Judiciário, ainda não há uma nova data agendada para o julgamento dos acusados assassinar o ex-gerente de Infraestrutura da SDR de Dionísio Cerqueira, Dalmar Libardoni, dentro do prédio do Estado em 20 de dezembro de 2011.
A definição da nova data do julgamento depende da constituição de novos defensores. O trâmite pode demorar um pouco mais, uma vez que Duarte está foragido. Se ele não constituir nova defesa, o juiz deverá indicar um defensor público, respeitando os prazos dos editais.
Além disso, ainda há um pedido de desaforamento [deslocamento para outra comarca] do júri popular para ser julgado pelo TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina).
Duarte e Zuffo estão sendo acusados por homicídio qualificado, por motivo fútil, com emprego de meio insidioso [traiçoeiro] ou cruel. Os dois entraram na SDR, naquela tarde, para acertar detalhes sobre o pagamento da construção da Escola de Educação Básica Irineu Bornhausen - na qual já haviam sido constatadas irregularidades e que, até hoje, não foi concluída - quando Duarte, proprietário da construtora, efetuou quatro disparos de arma de fogo, à queima-roupa, contra Libardoni. Um deles atingiu a vítima, provocando sua morte.
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