Iniciam testes com tornozeleiras eletrônicas
Está previsto para iniciar no mês de outubro os testes com 200 detentos sobre o monitoramento eletrônico. Os testes serão realizados com presos de sete cidades do Estado que cumprem pena nos regimes semiaberto, albergado e liberdade assistida, e utilizarão as tornozeleiras eletrônicas para monitoramento. A lista dos criminosos que participarão do experimento no Estado ainda será definida pela Justiça.
Santa Catarina é o terceiro estado do país a fazer os testes. Antes dos equipamentos serem comprados, serão apresentados os sistemas de três empresas. Cada tornozeleira deve custar cerca de R$ 500 por mês para a Secretaria de Segurança Pública, valor inferior ao gasto para manter um preso numa unidade prisional catarinense, que gira em torno de R$ 1,6 mil. Além da vantagem econômica, estudos realizados nos Estados Unidos, onde o sistema já é empregado, mostraram que o índice de reincidência nos criminosos que usam tornozeleira ao invés de irem para cadeia é cinco vezes menor.
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