INTEGRAÇÃO

Iniciam as capacitações do Programa Porta Aberta em São Miguel do Oeste

Iniciam as capacitações do Programa Porta Aberta em São Miguel do Oeste
Folha do Oeste

Nesta semana, foram promovidas em São Miguel do Oeste importantes capacitações voltadas ao Programa Porta Aberta. Na manhã de quarta-feira, dia 25, ocorreu no Coworking Acismo, a capacitação ‘Recrutamento Ético de Profissionais Migrantes’, reunindo empresários, diretores, gestores de RH e profissionais ligados aos processos de recrutamento para um momento de formação, reflexão e troca de experiências.

A atividade integrou uma das etapas do programa, que é estruturado em dois eixos principais: Cidade Acolhedora e Empresa Acolhedora. A proposta é preparar tanto o município quanto o setor empresarial para acolher e integrar a população migrante de forma organizada, segura e responsável.

De acordo com a representante da OIM (Organização Internacional para as Migrações) em Santa Catarina, Carolina Becker Peçanha, o Programa Porta Aberta é uma iniciativa da Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), com o apoio da OIM – Agência da ONU paras as Migrações, em parceria com o Município. A ideia é justamente proporcionar condições para a que a população migrante tenha uma integração no município. “Uma integração bem-feita para a população migrante permite que eles tenham condições dignas para manter a si e suas famílias, assim como prover pelo seu sustento”, pontuou.

Segundo a chefe do Escritório da OIM em SC, por meio dessas capacitações a ideia é trazer um pouco de conhecimento sobre migrantes, a migração internacional, quais são os fatores que influenciam, e capacitar o setor privado em como receber essa população, assim como capacitar, no eixo da Cidade Acolhedora, o setor público na área da Saúde, Educação, Assistência Social, Desenvolvimento Econômico, e em todas as áreas de serviço ao público, capacitá-los para receber e acolher essa população migrante que vem ficar no município.   

Carolina ressaltou que existe um plano de trabalho de atuação, que após os encontros e debates desta semana, seguirá com outras capacitações com outras temáticas, presencialmente, e também com reuniões on-line sobre governança migratória, abordando como o município se planeja e se programa para apoiar essa recepção desse fluxo migratório que, conforme a representante da OIM, é inevitável. Conforme ela, a tendência mundial é que a migração siga aumentando, e é importante que os municípios e as empresas se preparem para isso.

“O princípio da OIM é que uma migração segura, ordenada e digna ela beneficia a todos. Beneficia a população migrante, beneficia a cidade de acolhida. A ideia é de que quando você consegue pensar no atendimento a uma população migrante internacional, que não conhece a cultura local, não domina o idioma, que não conhece as regras e as leis, e você consegue oferecer um serviço de qualidade para eles, você melhora para toda a população. A ideia é melhorar para todos”, salientou, ressaltando que são boas as expectativas para este programa piloto, devido a parceria da prefeitura, Acismo, e entes privados.

 

Na avaliação do designer de Serviço na Fiesc no Programa, Diogo Rinaldi, este é um programa inovador da Federação, através do Sesi, que busca auxiliar no acolhimento do migrante nacional ou internacional. Segundo ele, sabe-se que o Extremo Oeste precisa de bastante mão de obra, neste sentido a ideia é criar uma rede de apoio. Rinaldi ressaltou que São Miguel do Oeste já desenvolve ações voltadas ao migrante, tem o Departamento da Cidadania, tem auxílios específicos através da Assistência Social, e o objetivo é melhorar essa atenção através dos sistemas e fluxos, conectando todos os parceiros em prol desse assunto que é extremamente latente na cidade.

Conforme ele, estima-se que tenha em torno de quatro a cinco mil migrantes na cidade, ou seja, um volume considerável. O programa então iniciou com a qualificação, com a capacitação das empresas privadas para recrutamento ético e consciente. Ao mesmo tempo, estão sendo capacitados os servidores. A capacitação para o setor público foi realizada ao longo de três dias, com foco em temas como logística migratória e organização dos serviços de atendimento.

Presente na programação realizada no Coworking, o presidente da Acismo (Associação Empresarial de São Miguel do Oeste), Giovanni Guerra Gobbi, pontuou que para esta iniciativa ter resultado precisa ter um comprometimento das empresas. Segundo ele, o programa busca entender todas as dificuldades e apresentar soluções para prosperar. “Que a gente tenha um bom proveito deste programa para a nossa cidade”, salientou, agradecendo as parcerias e pela escolha de São Miguel do Oeste para iniciar o programa, que conforme ele, vai mudar a vida das pessoas para melhor.

A Acismo apoia o programa desde o início da pauta, que começou a ser debatida em um evento realizado pela entidade em parceria com a Fiesc, fortalecendo a construção do Programa Porta Aberta no município. A capacitação representa a primeira etapa de uma caminhada que terá continuidade, fortalecendo o compromisso com um ambiente empresarial mais preparado e com o desenvolvimento sustentável da região.

Internacional para as Migrações) em Santa Catarina, Carolina Becker Peçanha, o Programa Porta Aberta é uma iniciativa da Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), com o apoio da OIM – Agência da ONU paras as Migrações, em parceria com o Município. A ideia é justamente proporcionar condições para a que a população migrante tenha uma integração no município. “Uma integração bem-feita para a população migrante permite que eles tenham condições dignas para manter a si e suas famílias, assim como prover pelo seu sustento”, pontuou.

Segundo a chefe do Escritório da OIM em SC, por meio dessas capacitações a ideia é trazer um pouco de conhecimento sobre migrantes, a migração internacional, quais são os fatores que influenciam, e capacitar o setor privado em como receber essa população, assim como capacitar, no eixo da Cidade Acolhedora, o setor público na área da Saúde, Educação, Assistência Social, Desenvolvimento Econômico, e em todas as áreas de serviço ao público, capacita-los para receber e acolher essa população migrante que vem ficar no município.   

Carolina ressaltou que existe um plano de trabalho de atuação, que após os encontros e debates desta semana, seguirá com outras capacitações com outras temáticas, presencialmente, e também com reuniões on-line sobre governança migratória, abordando como o município se planeja e se programa para apoiar essa recepção desse fluxo migratório que, conforme a representante da OIM, é inevitável.  A tendência mundial é que a migração siga aumentando, e é importante que os municípios e as empresas se preparem para isso.

“O princípio da OIM é que uma migração segura, ordenada e digna ela beneficia a todos. Beneficia a população migrante, beneficia a cidade de acolhida. A ideia é de que quando você consegue pensar no atendimento a uma população migrante internacional, que não conhece a cultura local, não domina o idioma, que não conhece as regras e as leis, e você consegue oferecer um serviço de qualidade para eles, você melhora para toda a população. A ideia é melhorar para todos”, salientou, ressaltando que são boas as expectativas para este programa piloto, devido a parceria da prefeitura, Acismo, e entes privados. 

Na avaliação do designer de Serviço na Fiesc, Diogo Rinaldi, este é um programa inovador da Federação, através do Sesi, que busca auxiliar no acolhimento do migrante nacional ou internacional. Segundo ele, sabe-se que o Extremo Oeste precisa bastante mão de obra, neste sentido a ideia é criar uma rede de apoio. Rinaldi ressaltou que São Miguel do Oeste já desenvolve ações voltadas ao migrante, tem o Departamento da Cidadania, tem auxílios específicos através da Assistência Social, e o objetivo é melhorar essa atenção através dos sistemas e fluxos, conectando todos os parceiros em prol desse assunto que é extremamente latente na cidade.

Conforme ele, estima-se que tenha em torno de quatro a cinco mil migrantes na cidade, ou seja um volume considerável. O programa então iniciou com a qualificação, com a capacitação das empresas privadas para recrutamento ético e consciente. Ao mesmo tempo, estão sendo capacitados os servidores. A capacitação para o setor público foi realizada ao longo de três dias, com foco em temas como logística migratória e organização dos serviços de atendimento.

Presente na programação realizada no Coworking, o presidente da Acismo (Associação Empresarial de São Miguel do Oeste), Giovanni Guerra Gobbi, pontuou que para esta iniciativa ter resultado precisa ter um comprometimento das empresas. Segundo ele, o programa busca entender todas as dificuldades e apresentar soluções para prosperar. “Que a gente tenha um bom proveito deste programa para a nossa cidade”, salientou, agradecendo as parcerias e pela escolha da cidade para iniciar o programa, que conforme ele, vai mudar a vida das pessoas para melhor.

A Acismo apoia o programa desde o início da pauta, que começou a ser debatida em um evento realizado pela entidade em parceria com a Fiesc, fortalecendo a construção do Programa Porta Aberta no município. A capacitação representa a primeira etapa de uma caminhada que terá continuidade, fortalecendo o compromisso com um ambiente empresarial mais preparado e com o desenvolvimento sustentável da região.

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