EDUCAÇÃO

Greve: Grande mobilização está programada para terça-feira

Greve: Grande mobilização está programada para terça-feira
Divulgação Sinte/SC

Professores de Santa Catarina declararam greve por tempo indeterminado. A mobilização iniciou na terça-feira, dia 23. Conforme divulgado pelo Sinte/SC, entre as pautas da categoria destaca-se o reajuste do Piso Nacional na tabela salarial, com descompactação da tabela; anúncio e efetivação do concurso público para o magistério; aplicação da hora atividade para todos os trabalhadores da educação e revogação total do desconto de 14% aplicado contra os aposentados.
O Extremo Oeste, Grande Oeste, está com quase 50% de adesão à greve. A informação é da coordenadora do Sinte Regional de São Miguel do Oeste, Gicele Aparecida dos Santos. Segundo ela, no último dia 4, foi realizada uma grande assembleia em Florianópolis, com mais de cinco mil trabalhadores da educação, onde foi deliberado pela greve, pelo motivo de que o governo não trouxe proposta para a categoria. Estava sendo esperada uma proposta documentada, registrada, que algo estaria sendo feito. “Como até aquele momento não veio nenhuma resposta, o que nos restou foi a adesão à greve”, cita, apontando que em todos os momentos possíveis e todos os modelos de diálogos foram tentados fazer com o governo, porém sem resultados.
O Governo do Estado chamou o Sindicato para uma audiência na terça-feira. A reunião aconteceu no primeiro dia de greve dos trabalhadores da educação. No entanto, conforme representantes do Sinte, não foram apresentadas propostas, apenas pedido mais tempo. Com isso, segue a mobilização. “Estamos extremamente mobilizados”, destaca. Nesta terça-feira, dia 30, haverá um grande ato em Florianópolis, a partir das 14h. Da regional de São Miguel do Oeste, que integra três coordenadorias (Dionísio Cerqueira, Itapiranga e São Miguel do Oeste), a expectativa é participar do ato com um grande número de trabalhadores da educação.
“Esses professores, depois tem o compromisso... Hoje, tem o dever e a responsabilidade de fazer a luta pelos nossos direitos, e depois também tem o dever de cumprir com as aulas, porque é um direito do nosso aluno. A gente não tem, em hipótese alguma, a intenção de prejudicar”, enfatiza a coordenadora, citando que os professores estão apenas lutando por seus direitos.



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