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Feirão do Imposto atrai público diferenciado neste ano
A terceira e última etapa do feirão foi realizada paralelo, a feira da Acats
A última etapa do Feirão do Imposto 2009 foi realizada nos dias 25 e 26 de outubro paralelamente à Feira de Grandes Negócios da Acats (Associação Catarinense dos Supermercadistas). O evento é?@ promovido pelo Jesmo (Núcleo dos Jovens Empreendedores) da Acismo (Associação Comercial e Industrial de São Miguel do Oeste), e desde o início do mês os integrantes do núcleo buscaram conscientizar a população sobre a carga de imposto que é cobrada sobre alguns produtos comercializados no dia-a-dia da população. Após realizar o Feirão com o público da Unoesc e a comunidade de São Miguel do Oeste, a terceira e última etapa do feirão levou para o estande da Acats o impostômetro, um contador que mostra em tempo real o valor total de imposto pago desde o início de 2009 até o dia atual. O cálculo pode ser visualizado em nível de Brasil, por estado ou por município. Segundo o coordenador do Núcleo, Ediney Prigol, por meio do evento foi possível mostrar à população quanto cada cidadão paga de imposto nos produtos. "Cerca de 30% a 40% do valor total da mercadoria é para impostos, e para as pessoas estarem conscientes do que estão pagando é que realizamos o evento", ressalta. Conforme Prigol, mais uma vez o Feirão alcançou os objetivos e as expectativas dos organizadores e conseguiu instruir aproximadamente mil pessoas que passaram pelo estande do Jesmo durante a feira. "Foi interessante, porque principalmente agora atingimos um outro público, que tem conhecimento sobre imposto, vive essa situação no seu dia-a-dia e por isso podemos trocar experiências com essas pessoas, conversando sobre alíquotas, sobre o que gera para o empresário a situação do imposto. Então foi bem positivo. Como já havíamos falado, atingir os três públicos foi bem interessante", destaca. Neste ano, um dos produtos, motivo de?@destaque, para mostrar o quanto o brasileiro paga de imposto diariamente foi a gasolina. Prigol ressalta que sempre são escolhidos, para servir de exemplo, produtos com alta carga de impostos, e no caso a gasolina possui 62%. "A gasolina escolhemos porque as pessoas utilizam todo dia. Sempre colocamos produtos que têm uma alíquota bem alta. Mas alguns produtos muitas vezes não são utilizados por todos. Por exemplo, bebidas de álcool tem 83% mas nem todos utilizam. Já a gasolina está praticamente no dia-a-dia do brasileiro. A alíquota da gasolina é de 62%, então acabou gerando um impacto muito grande nas pessoas que souberam desta informação", avalia.
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