Fecomércio apresenta demandas do setor para Raimundo Colombo

O presidente da Fecomércio (Federação do Comércio) de Santa Catarina, Bruno Breithaupt, apresentou ao governador Raimundo Colombo, na semana passada, as demandas prioritárias do setor. "Temos problemas inerentes à categoria que representamos e queremos expor e buscar soluções para esses entraves", disse Breithaupt.

Os dirigentes da entidade, também representados na audiência pelo vice-presidente Célio Spagnoli, diretor-executivo Marcos Arzua e pelo vice-presidente Financeiro e de Gestão, Atanázio dos Santos, levaram a proposta de criação do Prodec do Comércio, sugestões de aprimoramento da lei do Piso Mínimo Regional e discutiram a alteração do calendário escolar.

Os dirigentes reafirmaram a urgência em discutir um programa específico para o desenvolvimento das empresas do Comércio, o Prodec do Comércio, em vez do aproveitamento da adaptação do modelo que atende a outros setores. "Da forma como está engendrada, o Prodec hoje tem pouco efeito no Comércio", destacou Breihaupt. A Fecomércio encomendou um estudo e irá validar a proposta com o Executivo para a criação desse incentivo para o setor.

Outra preocupação da entidade, também levada à reunião, é a revisão do calendário escolar. "O início das aulas, impacta no comércio e na atividade turística dos municípios litorâneos", reforçou Célio Spagnoli, vice-presidente da Fecomércio. A intenção é que o governo do Estado reavalie, para o próximo ano, as datas de férias e o retorno escolar, tendo em vista o feriado de Carnaval.

Os dirigentes da Fecomércio também reafirmaram a discordância em alguns pontos do projeto de lei que estabelece o Piso Mínimo Regional. "Falta resolver alguns problemas da nova legislação, como a existência de duas datas-base para os aumentos - uma prevista pela lei estadual e outra por algumas categorias de trabalhadores", disse Breithaupt. Outro ponto é que o valor estipulado na lei não é aplicado para trabalhadores que têm os salários reajustados por acordo ou convenção coletiva de trabalho, mesmo que a negociação realizada entre os sindicatos patronal e laboral resulte em aumento inferior ao do mínimo estadual. "É preciso deixar claro que os valores negociados valem para categorias que não têm piso definido em convenção coletiva", reforçou Marcos Arzua.

As demandas da entidade serão formalizadas e encaminhadas ao governador Raimundo Colombo. "Há uma gama muito forte de demandas e temos que enxergar as prioridades. É importante que o setor do comércio estabeleça essas prioridades e esteja próximo do Executivo nessas resoluções", afirmou o governador.

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