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Faesc manifesta preocupação com alto preço dos insumos
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc) manifestou preocupação com a alta nos preços internacionais do milho e da soja e as consequências para a produção industrial de suínos e aves em Santa Catarina. A saca do milho chega a R$ 34, enquanto a soja está custando R$ 75 reais. Os valores são os maiores dos últimos 30 anos.
O presidente da federação, José Zeferino Pedrozo, teme que as agroindústrias percam a competitividade e entrem em regime de inviabilidade financeira e operacional, deixando assim milhares de produtores de aves e suínos sem mercado para sua produção. A Faesc recebeu nesta semana relatos de produtores rurais de várias regiões catarinenses sobre atrasos, por pequenas e médias agroindústrias, no suprimento das rações para plantéis de aves.
“As previsões são preocupantes pois, em razão da escassez de insumos, há forte pressão para aumento de preço dos grãos até a próxima safra”, expôs Pedrozo. Santa Catarina tem mais de 60.000 suinocultores e avicultores produzindo num setor que emprega diretamente 105 mil pessoas e, indiretamente, mais de 220 mil trabalhadores. A avicultura e a suinocultura se desenvolveram no modelo de parceria produtor/indústria implantado em Santa Catarina a partir do início dos anos 70.
Pedrozo resumiu que a prioridade absoluta agora é disponibilizar milho e farelo de soja para nutrição animal dos vastos plantéis de aves e suínos de Santa Catarina deve ser a prioridade através de ações da Conab e do Ministério da Agricultura.
[Com informações da MB Comunicação]









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