Edição 1271 (publicada em 31/12/07)-Estado reduz em mais de R$ 170

Segundo informações da Assessoria de Imprensa do governo, o E

Segundo informações da Assessoria de Imprensa do governo, o Estado fechou o ano de 2007 com uma grande vitória: obteve uma redução de R$ 170.552.701,73 nas despesas de custeio, o equivalente a um gasto com a máquina administrativa 34,43% inferior ao verificado durante o exercício de 2006.

Esse valor beira a economia de R$ 200 milhões preconizada pelo governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), em janeiro deste ano, e foi alcançado devido à aplicação de uma série de medidas de aprimoramento de gestão pela Secretaria da Administração, por meio do Comac (Comitê de Acompanhamento de Custos), depois de aprovadas pelo Comitê Gestor. \"Chegamos bem próximo da meta\", avalia o secretário da Administração, Antônio Marcos Gavazzoni, lembrando que o custeio do Estado vinha apresentando uma evolução histórica positiva.

Por exemplo, em 2005, cresceu 35%, e em 2006, 17%. \"Caso não tivéssemos tomado essas medidas, teríamos fechado o ano com um crescimento do custeio em torno de 15%\", explica o secretário.

Para alcançar o resultado, algumas das rubricas mais onerosas na área de custeio foram submetidas a um pente-fino, incluindo, entre as medidas de contenção, demissão de funcionários terceirizados, reavaliação de contratos e decretos limitando o uso de telefones celulares por servidores públicos. Com isso houve uma redução de R$ 17,3 milhões (-37,01%) nas contas de telefonia, de R$ 13 milhões (-11,04%) em locação de mão-de-obra e de R$ 1,3 milhão (- 40,5%) em serviços gráficos.

ATENDIMENTO

O efeito desta redução do custeio permitiu ao Governo do Estado ampliar os gastos em despesas voltadas diretamente ao atendimento de necessidades da população. Assim, em 2007 houve um acréscimo de R$ 63 milhões nos investimentos em material farmacológico e hospitalar e de R$ 3,7 milhões em serviços médicos e odontológicos. \"Gastamos R$ 60 milhões em material farmacológico, mais do que o dobro do ano anterior\", comparou o secretário, que prevê para 2008 uma economia de R$ 150 milhões nos gastos específicos com manutenção da estrutura do Estado.

Os principais itens a serem atacados serão a telefonia - com novas licitações. Gavazzoni espera uma economia de 30% nos R$ 5 milhões gastos por ano ? e no controle eletrônico e on-line da frota de veículos, que deverá resultar numa economia de R$ 6 milhões em combustível e lubrificantes em 2008.

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