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Desafios e necessidades da área médica no extremo oeste
Mesmo com o aumento no número de profissionais no Brasil, região ainda enfrenta dificuldades na contratação de médicos tanto para atendimento nas unidades de saúde básica, como em algumas especialidades específicas
Para celebrar o Dia do Médico, comemorado amanhã, dia 18, a abordagem na edição impressa da Folha do Oeste deste sábado é focada na realidade e nos desafios da classe médica na região.
Com o passar dos anos, observa-se uma evolução do setor da saúde no extremo oeste, tanto no quesito atendimento, como no número de especialidades ofertadas. Mesmo assim, administradores apontam que ainda há sérias dificuldades na contratação de profissionais nos municípios interioranos.
De acordo com a médica ginecologista e delegada do CRM (Conselho Federal de Medicina), Celina Poletto, no Brasil há 400 mil médicos, inscritos e atuantes, contando CRMs de todos os estados. “Se dividirmos isso pelo número de habitantes no país, que são 200 milhões, temos uma média de dois médicos para cada mil habitantes. Isso é o suficiente. A Inglaterra, que é um modelo de atendimento de saúde integral, muito bem elaborado, usa 2,7 médicos para cada mil habitantes”, apresenta.
No entanto, mesmo com essa realidade, os municípios pequenos sofrem com a falta de médicos. A afirmação é da secretária de Saúde de Descanso, Sabrina Bitello. Segundo ela, os profissionais acabam vindo para os municípios. Mas como as cidades são pequenas, às vezes não possuem muita estrutura, opções de cultura e diversão, e aí o profissional médico acaba voltando para os grandes centros.
Saiba mais na edição impressa deste sábado...
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