Córregos poluídos geram transtornos em áreas urbanas

Córregos poluídos geram transtornos em áreas urbanas
Folha do Oeste - Mau cheiro é reclamação frequente entre os moradores

Mau cheiro e alagamentos fazem parte do cotidiano de moradores há anos

Eloi de Oliveira mora próximo a um córrego no bairro São Luiz há oito anos. Desde que se mudou, convive com o mau cheiro que vem da água e, ocasionalmente, com alagamentos que causam prejuízos à sua residência. Os moradores mais antigos contam que a situação se repete há pelo menos 20 anos. “Duas ou três vezes por ano, quando chove forte, alaga tudo. Meu porão, onde eu guardo lenha e ferramentas, fica inundado. Quando vemos que vai chover, já retiramos os móveis que ficam na parte mais baixa da casa”, afirma Eloi.

O arroio, que atravessa os quintais de diversas casas do bairro, foi parcialmente canalizado pela prefeitura há alguns anos. Em um trecho próximo à Avenida Waldemar Rangrab, porém, apenas um matagal separava o fluxo d’água das residências próximas até cerca de um mês atrás. “Na época em que canalizaram, deixaram esse trecho de fora porque acreditavam que havia mata nativa”, conta Zenezi Salini, que reside às margens da avenida. “Desde que moro aqui é assim, esse mau cheiro. Agora limparam o mato e disseram que em cerca de 15 dias estará tudo canalizado”, completa. “Sempre vinham, olhavam, iam embora e não mudava nada”, diz outra moradora, Nelci Machado, recordando que o local foi visitado por pessoas de diferentes gestões da Administração Municipal ao longo dos anos.

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