Coluna Zona Franca por Deny Alfano

Coluna Zona Franca por Deny Alfano
Arquivo Pessoal - Colunista Deny Alfano

O que é “crescer”? Como se pode melhorar?

Claro, todos ou quase todos aspiram a amadurecer como pessoas e prosperar no trabalho; beneficiar-se de uma sociedade melhor e mais justa; morar em uma cidade mais habitável; espelhar-se em uma política mais transparente; ser administrados por um governo mais eficaz e assim por diante. Então, por que, apesar desse desejo natural, isso não acontece?

Simples! Porque para crescer, para melhorar a si mesmo e o próprio mundo, é preciso coragem de MUDAR.

Crescer, de fato, significa propriamente aceitar a separação do estado de coisas conhecidas; significa abandonar a zona de conforto e comodidade que protege a colocação em risco do equilíbrio conquistado às vezes arduamente; significa deixar para trás o presente e aceitar, ou renunciar, algumas de suas vantagens e mordomias.

Saber crescer significa superar o medo e ter a coragem de entrar em uma Zona Franca, composta de muitas verdades a enfrentar, olhos nos olhos, e poucas certezas para defender; um espaço sem hipocrisia e dupla finalidade, onde poder superar o risco a perder e o seu fisiológico sentido de desorientação, para ganhar, deste modo, uma condição futura ainda muito melhor do que a passada, para si e para o seu próprio mundo ao redor. É claro que não é fácil. Os resultados não são garantidos. Pense em como é difícil abandonar o status de “criança” para se tornar “adulto”.

Neste caso, a zona de risco, a Zona Franca, em que você entra, fisiologicamente, é a adolescência: uma fase crítica e crucial, tão fundamental quanto delicada, que dependendo de como você vai enfrentar e superar, irá determinar que tipo de adulto vai se tornar (desde que se tenha coragem de deixar o papel de criança).

Bem, hoje, o Folha do Oeste demonstra, mais uma vez, a sua vontade de continuar a crescer e melhorar. Ele comprova essa audácia mudando, aceitando o seu risco. Uma mudança testemunhada não só pela sua nova impressão, mais colorida e essencial, mas, mais ainda, pela melhora da usabilidade da sua informação e principalmente, por meio de um verdadeiro novo projeto editorial: novas rubricas e uma abordagem da informação diária, aos acontecimentos do mundo, próximos e distantes, visando crescer e fazer crescer, informando, como sempre, pontualmente, sem frescuras; destacando os pontos críticos da nossa sociedade, seus hábitos e comportamentos; inovando o pensamento, criando desenvolvimento e produzindo cultura. Tudo isso, enfim, confirmado e encarnado, também, nessa nova coluna: ZONA FRANCA. Um espaço de opinião e discussão livre, onde poder falar sobre o que não se pode dizer; refletir sobre as questões que, embora sejam comuns, muitas vezes não se desempenham - porquanto valeria a pena. Um espaço de pensamento dedicado a todos aqueles que querem refletir e desenvolver a si mesmos e a sua comunidade, aceitando o risco de outras perspectivas, um olhar europeu de quem escolheu essa região para morar, sobre as coisas de todos os dias.

Para se melhorar é preciso aceitar um risco. Sair do berço dos velhos padrões e esquemas conhecidos. É preciso entrar na Zona Franca.

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