Câmara aprova projeto dando nome de Amábile Olga de Azevedo para ginásio |
Colatto debate código ambiental com técnicos
Aproximadamente 70 pessoas ligadas à agricultura, como engenheiros agrônomos, veterinários, extensionistas
Aproximadamente 70 pessoas ligadas à agricultura, como engenheiros agrônomos, veterinários, extensionistas, técnicos agrícolas, secretários de agricultura entre outros, participaram na última sexta-feira, dia 24, na Câmara de Vereadores de São Miguel do Oeste, de um debate com o deputado federal Valdir Colatto (PMDB) sobre o Código Ambiental Catarinense. O evento foi promovido pela Agroec (Associação dos Engenheiros Agrônomos do Extremo Oeste). Para o engenheiro agrônomo e vice-presidente da Agroec, Mateus Luiz Seganfredo, foi um grande momento para as discussões do assunto com Colatto, que também é engenheiro agrônomo e um dos defensores do código catarinense em Brasília. "Ao contrário do que se divulga por aí, o código ambiental é lei e está valendo. Nós técnicos de empresas como Epagri, Cidasc, Fatma ou Polícia Ambiental, temos que segui-la à risca. Colatto deixou claro que quem não cumpri-la estará sujeito às penalidades. Ele também revelou que existe uma discussão com o intuito de ser criada uma lei ambiental brasileira e não uma florestal, que existe hoje", destacou. O deputado, em determinado ponto da palestra, disse que a culpa da poluição do ambiente não é somente do agricultor. Ele argumentou que o agricultor manda água limpa do interior e depois recebe a água suja, com os dejetos humanos e outras poluições urbanas. "Em São Miguel, um exemplo claro disso é o rio Guamerim. Foi um código criado em Santa Catarina e que atualmente 18 estados do Brasil estão discutindo a mesma questão", explana Seganfredo. O agrônomo salientou ainda que este é um trabalho formiga do deputado Colatto, para que essas pessoas, presentes nas explanações, tenham condições de levar essas informações adiante para se multiplicarem.
Mais sobre:






Deixe seu comentário