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Catarinenses viajaram menos do que a média
Cerca de 508 mil 19,5% dos 2,6 milhões de domicílios de Santa Catarina tiveram pelo menos um morador que realizou alguma viagem no terceiro trimestre de 2019. O resultado está abaixo da média nacional, que ficou em 21,8%. Os dados são da PNAD Contínua Turismo, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quarta-feira dia 12.
A falta de dinheiro foi o principal motivo apontado pelos catarinenses 34,8% para não terem viajado no período. Entre as outras razões apontadas, 24% diz que não tiveram tempo, 15,9% afirmaram que não tiveram a necessidade de viajar, 9,2% não tiveram interesse e 6,5% não viajaram por não considerar um prioridade.
No período, o IBGE estima que foram realizadas 653 mil viagens em Santa Catarina. Dessas, 569 mil 87,1% foram por motivos pessoais como lazer, compras e visita a parentes ou amigos, e 84 mil 12,9% por razões profissionais.
O principal meio de transporte para realizar as viagens em Santa Catarina foi o carro particular ou de empresa, com 61,9%. Este foi o segundo maior percentual do país, atrás apenas de Goiás 62,7%. Os outros meios de transporte para viajar preferidos dos catarinenses foram os ônibus de linha e de fretamento 16,6% e o avião 13%.
Quanto à hospedagem, quase metade dos catarinenses 46,9% prefeririam ficar na casa de amigos ou parentes. Outros 24% optaram por hospedagens alternativas como por aplicativo ou compartilhadas, e 23,5% escolheram ficar em hotéis.
Destino das viagens
A pesquisa também apurou quais os principais destinos dos brasileiros no terceiro trimestre do ano passado. Das 21,4 milhões de viagens analisadas, 96,1% são nacionais e 3,9% internacionais.
No turismo interno, os estados que mais receberam visitantes foram São Paulo 18,9%, Minas Gerais 12,8% e Bahia 8,7%. Já Santa Catarina foi o destino de 4,2% das viagens nacionais, ficando em nono entre os dez estados pesquisados.
Importância da pesquisa
De acordo com o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, os números revelados pela parceria com o IBGE são fundamentais para conhecer melhor os turistas brasileiros e planejar políticas para fortalecer o setor, especialmente na retomada pós-pandemia.
"O turismo passou oito anos sem esse tipo de levantamento, que é primordial para criarmos ações para o setor. Conhecer o perfil do viajante doméstico e suas preferências vai nos ajudar muito na retomada do turismo no Brasil", destacou.
RCN- Rede Catarinense de Notícias.
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