Programa “Fale com o Prefeito” terá nova data de atendimento em abril |
Casa própria para 60 famílias de São Miguel do Oeste
Além das assinaturas dos contratos, durante encontro, foram entregues certificados aos acadêmicos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Unoesc
O governo de São Miguel do Oeste, por meio da Secretaria de Ação Social, e o Conselho Municipal de Habitação, realizaram na manhã desta quinta, dia 25, no ginásio do Caic, assinatura dos contratos do ?Minha Casa Minha Vida?, pelas famílias da Comunidade Nossa Senhora das Graças, beneficiárias do programa.
Nesta primeira etapa serão construídas 60 casas populares e beneficiadas em torno de 300 pessoas. Serão R$ 900 mil em recursos do Ministério das Cidades e contrapartida financeira e de serviços de infraestrutura executados pela municipalidade.
Os projetos das casas foi elaborado por acadêmicos do Curso de Arquitetura e Design, da Unoesc São Miguel. Intuito é atender a demanda de uma família de cinco pessoas, no tamanho de cerca de 40m² com possibilidade de ampliação.
As famílias beneficiadas irão residir na área adquirida pelo município com investimentos de R$ 500 mil, no bairro São Luiz, próximo ao Conjunto Habitacional Vila Nova, colocada como Zona Especial de Interesse Social.
Para o prefeito Nelson Foss da Silva, este é um momento histórico de um trabalho de dois anos do atual governo. ?Tínhamos a idéia de que até o Natal as famílias pudessem estar nas casas novas, mas em função da burocracia tivemos que protelar este prazo. Já estamos trabalhando no processo de loteamento da área que deverá ter cerca de 170 terrenos?, informou.
Nelson reforça que o governo pretende terminar com as favelas Serra Pelada, Morro da Fumaça, Pedreira e Trevo. Com mais uma área disponível no bairro Santa Rita toda a demanda destas famílias deverá ser atendida.
O morador da Serra Pelada, Leandro da Silva, reside há mais de 30 anos no local aguarda o momento de ir para o novo lar. ?Nossas condições de vida hoje são ruins, faz tempo que estamos na luta e agora vamos conquistar nosso sonho. Na Serra Pelada a gente tem banheiro coletivo, algumas casas tem banheiro, mas nós que moramos mais para baixo usamos o coletivo. Na casa nova vai ser ótimo. Vamos para o paraíso?, compara.
O professor e coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo, Eduardo Wagner Rogério, explica que os projetos das casas foram elaborados numa disciplina do curso que uniu teoria e prática de projetos de habitação de interesse social. ?Escolhemos oito projetos que mais se adaptavam ao que precisávamos, os quais estão voltados ao programa de necessidades básicas para atender uma família média de um casal e três filhos. Uma parceria que deu certo e, para nós, é uma felicidade experimentar essa contribuição direta com a comunidade, por intermédio da prefeitura?, disse o coordenador.
[Assessoria Prefeitura]
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