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Caminhoneiros adiam greve para 22 de abril, caso não sejam atendidos
A iminente greve dos caminhoneiros que poderia acontecer hoje à noite, a partir das 24h, está descartada. Pelo menos por enquanto. Em uma reunião conturbada entre Governo Federal e representantes da categoria dos caminhoneiros, ficou decidido que as reivindicações dos motoristas terão que ser atendidas até dia 22 de abril. Caso contrário, eles entram em greve novamente.
A sessão começou às 14h desta quinta-feira, 26, na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e terminou por volta das 20h. Embargadores e empresários do ramo participaram do ato.
Vilmar Bonora, representante dos caminhoneiros no extremo oeste, também estava lá. Em entrevista ao jornal Folha do Oeste, Bonora afirmou que os caminhoneiros esperam dos deputados uma resposta satisfatória até o dia 22 de abril. A principal exigência dos profissionais continua a ser o ajuste da tabela do frete, que na visão deles está muito defasada.
Nesta tarde, foram apresentados os relatórios dos três grupos de trabalho criados para tratar das negociações. O primeiro a falar foi Rone Barbosa, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que explanou ponto a ponto como será feita a Regulamentação da Nova Lei dos Caminhoneiros.
Na sequência, foi a vez do secretário de Planejamento de Política Nacional de Transportes, Herbert Drummond, divulgar o resultado preliminar dos estudos realizados pelo grupo para a criação de uma Tabela Referencial de Frete.
E por fim, Rosimeire Freitas, da ANTT, apresentou as posições do órgão com a relação à regulamentação de questões como a isenção de tarifas do cartão frete, Pagamento Eletrônico de Frete (PEF) e pontos de parada.
Entretanto, as partes não chegaram a um acordo. Mas ficou estabelecido que as propostas irão agora passar pela Câmara dos Deputados, onde poderão ser apresentadas como projeto de lei e – caso passem pelo Senado e sejam sancionadas pela presidente Dilma Rousseff – entrar em vigor.
O prazo para isso acontecer é até 22 de abril, caso não aconteça, Bonora afirma que os motoristas entrarão novamente em greve. Você poderá entender e conferir os detalhes dessa negociação na edição deste sábado, 28, do jornal Folha do Oeste.
Veja a pauta completa dos caminhoneiros:
1 - Seis meses a um ano de carência nos financiamentos sem cobrança de juros no período;
2 - Redução da carga tributária para as empresas de transportes;
3 - Aposentadoria integral para motoristas com mais de 30 anos de contribuição;
4 - Passe livre nas praças de pedágio
5 - Estradas com condições seguras de trafegabilidade. Prezando assim pela vida de todos os usuários;
6 - Redução do preço do óleo diesel;
7 - Respeito ao motorista, que o mesmo seja tratado com respeito e dignidade;
8 - Mecanismo para balizar o preço do frete;
9 - Mecanismo de viabilidade para o uso dos veículos equipados com Euro 5 da Arla 32 sem custo;
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Representante do Ceará apresenta um estudo técnico durante a reunião:
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