Caminhoneiros acampam próximo ao trevo em sinal de protesto

Caminhoneiros acampam próximo ao trevo em sinal de protesto
Liange Gattermann/Folha do Oeste

Um pequeno grupo de caminhoneiros permanece firme na luta pela valorização da categoria em São Miguel do Oeste. 

Os manifestantes estão concentrados em uma área privada, próxima ao trevo de acesso à cidade, desde que a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que eles não poderiam se concentrar às margens da rodovia e nem abordar qualquer motorista, já que somente os policiais teriam esse direito.

Revoltado com a repressão imposta ao movimento em São Miguel do Oeste, ainda assim, nesta tarde deste sábado, dia 25, Vilmar Bonora, conhecido como um dos líderes do movimento grevista de fevereiro, acompanhado de outros profissionais, insiste em manter os braços cruzados. "Nem quiseram nos ouvir lá em Brasília", reclama, falando sobre o motivo da retomada da greve. 

"Estão tratando a gente como se fossemos bandidos. Tem policiais aqui 24h, monitorando tudo. Mas, a gente espera que os outros caminhoneiros se sensibilizem. Do jeito que está não dá pra ficar. Vamos à falência!", desabafou.

"Essas propostas que o governo fez não mudam quase nada pra nós. Esses pontos que falam do excesso de peso não mudam em nada pro motorista. Quem carrega são as empresas e elas é que são multadas pelo excesso. É só mais uma manobra do governo. O que ajudaria nós, mesmo, é a redução do preço do combustível e a regulação do frete", pontuou o caminhoneiro, enfatizando que a paralisação continua e não tem data para terminar.

 

 

 

 

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