Berté sugere transformação de lixo em energia

Berté sugere transformação de lixo em energia
Divulgação
Produzimos aproximadamente sete milhões de toneladas de lixo por mês no Brasil, segundo a Abrelpe  (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais). São Miguel do Oeste engrossa esse índice. Dados da Secretaria de Desenvolvimento Urbano apontam que em um mês, os moradores descartam em torno de 800 toneladas de lixo. 
 
A questão é que mesmo após esse descarte o problema não está resolvido. É preciso dar destinação ecologicamente correta ao lixo. Mas, para o vereador de São Miguel do Oeste, Gilberto Berté (PMDB), esse não é o fim da linha. Pelo contrário, ele pensa que por meio do lixo a cidade pode fazer valer a máxima já comprovada em outras localidades de que na natureza tudo se transforma.
 
Após uma pesquisa e troca de ideias, na Câmara de Vereadores ele apresentou uma indicação em que sugere ao Poder Executivo fazer um estudo sobre a viabilidade de implantação de uma usina termoelétrica para a transformação do lixo em energia elétrica. A indicação foi subscrita pelos vereadores Claudio Barp (PMDB), Idemar Guaresi (PR), José Giovenardi (PR), Vanirto Conrad (PDT) e Valnir Scharnoski (PSD).
 
Para o vereador, à medida que cresce o consumo aumenta também a demanda por energia elétrica. "Harmonizar de forma inteligente essas curvas de crescimento constitui um dos grandes desafios tecnológicos da atualidade", entende ao apresentar a alternativa de queimar o lixo para que o gás gerado possa ser transformado em energia e o volume de resíduo - cinza - diminuído para 12% do seu tamanho normal utilizado como matéria-prima para a construção civil ou base de asfalto.
 
 
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