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Atenção para golpes de clonagem de Whatsapp
Durante as últimas semanas foram registradas em cidades da região golpes de estelionato que acontecem por uma rede social amplamente utilizada hoje em dia que é o WhatsApp. Este tipo de crime tem se tornado cada vez mais comum, e acontece em cadeias. Wesley Andrade, delegado regional, diz que é comum, e existe um procedimento bem planejado para que o golpista tenha acesso ao chip da pessoa. Primeiramente é enviado um código de acesso para a vítima, e se passando por algo de interesse da vítima, solicita a ela esse código, inventando diversas razões, como por exemplo coloca-la em um grupo de WhatsApp que a interesse. Dessaforma, em muitos casos, como explica o delegado, esse golpe depende das ações da vítima.
Em toda a região já se registra este tipo de crime, que tem, da parte do infrator, muitos propósitos.O mais comum deles é entrar em contato com os familiares, amigos ou outros conhecidos da pessoa clonada para pedir-lhes dinheiro. Como o indivíduo, ao se passar pela vítima tem acesso a sua conta da rede social, não fica evidente para quem recebe a mensagem que não é realmente seu amigo ou familiar que está lhe solicitando dinheiro, e cai no golpe. Também por ter acesso a todos os tipos de dados que podem ser trocados em conversas, o clonador de Whatsapp pode conseguir senhas de contas bancárias, números de documentos da vítima ou outras pessoas, como também usar a conta para espalhar notícias falsas, em favor de alguém, ou ainda, fazer chantagem de divulgar informações comprometedoras em troca de dinheiro. Nesse caso, a recomendação do delegado é nunca acreditar e não atender a solicitação de números, ou clicar em links suspeitos, que são práticas que acabam dobrando a chance de ocorrência do crime.
É importante suspeitar de qualquer tipo de envio de mensagem, de contatos que não são conhecidos. Dar informações a desconhecidos como CPF e o número de telefone pode ocasionar outro tipo de golpe parecido com esse é o da clonagem de chip. Nesse golpe, o infrator consegue cadastrar o número do usuário em outro chip, e passa a usar o número ao seu favor. Esse tipo de golpe é mais difícil de identificar, mas pode ser percebido quando o chip parar de funcionar (perder o sinal), ou quando o usuário começa a receber SMS de confirmação para logins de contas de redes sociais (que não foram feitos por ele).
A clonagem de chip também pode acontecer com chips que são bloqueados pela operadora por falta de uso (mais de seis meses sem recarga) e nesse caso a operadora repassa o número a outro usuário. Ao perceber qualquer uma dessas atividades suspeitas a vítima deve entrar em contato com a operadora e cadastrar o número, além de avisar seus conhecidos sobre o fato, para que não mandem dinheiro ou qualquer informação ao infrator. Além disso, a orientação que se repassa, de acordo com o delegado Wesley é de, se possível, ao cair em um golpe deste tipo, fazer um boletim de ocorrência, de imediato. Nessa ação, a vítima vai ser orientada de todos os caminhos necessários, pelo procedimento padrão. O boletim também pode ser feito pelo endereço online: (www.pc.sc.gov.br/servicos/delegacia-virtual)
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