Assinados contratos do Minha Casa Minha Vida em SMOeste

Assinados contratos do Minha Casa Minha Vida em SMOeste
Folha do Oeste

Com recursos de R$ 900 mil serão construídas 60 casas populares

Por meio da Secretaria de Ação Social e do Conselho Municipal de Habitação, a Administração Municipal de São Miguel do Oeste efetivou, na manhã da última quinta-feira, dia 25, no ginásio do Caic, a assinatura dos contratos do Minha Casa Minha Vida pelas famílias da comunidade Nossa Senhora das Graças, beneficiárias do programa. Dentro do compromisso do governo de construir 200 unidades habitacionais, nesta primeira etapa serão construídas 60 casas populares e beneficiadas em torno de 300 pessoas, com recursos de R$ 900 mil do Ministério das Cidades e contrapartida financeira e de serviços de infraestrutura executados pela municipalidade. 

Os projetos das casas foram elaborados por acadêmicos do Curso de Arquitetura e Design da Unoesc São Miguel, com o objetivo de atender a demanda de uma família de cinco pessoas, com tamanho de cerca de 40 m², e possibilidade de ampliação. Além das assinaturas, durante o encontro foram entregues os certificados aos acadêmicos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Unoesc. As famílias beneficiadas vão residir na área adquirida pela municipalidade, com investimentos de R$ 500 mil no bairro São Luiz, próximo ao Conjunto Habitacional Vila Nova, a qual está colocada como Zona Especial de Interesse Social. Segundo o prefeito Nelson Foss da Silva, este é um momento histórico, de um trabalho de dois anos do atual governo. ?Tínhamos a idéia de que até o Natal as famílias pudessem estar nas casas novas, mas, em função da burocracia, tivemos que protelar este prazo. Já estamos trabalhando no processo de loteamento da área, que deverá ter cerca de 170 terrenos?, destaca. 
Conforme o prefeito, o governo pretende terminar com as favelas Serra Pelada, Morro da Fumaça, Pedreira e Trevo. Para ele, com mais uma área disponível no bairro Santa Rita, toda a demanda destas famílias deverá ser atendida. De acordo com o coordenador do eixo de habitação, Vanderlei Costa da Silva, hoje é necessária a construção de aproximadamente 220 unidades para sanar o problema habitacional de SMOeste e retirar a população da área de risco. ?Para contemplar outras famílias, temos propostas e projetos já cadastrados junto ao Ministério, em breve devemos ter notícias positivas a respeito?, salienta.
O coordenador salienta que o próximo passo será a homologação da licitação, na qual uma empresa de Itajaí fará a elaboração do projeto dos loteamentos, como levantamentos topográficos e geográficos, e outros. Em seguida será escolhida a empresa responsável pela construção das casas, que deverão ser edificadas em um período aproximado de oito meses. ?O Ministério está repassando R$ 15 mil para a construção de cada unidade, e cada família terá um custo determinado de pagamento mensal por esta moradia. No entanto, a Administração Municipal está buscando parceiros para que esse valor seja o menor possível?, ressalta Vanderlei Costa da Silva. 
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