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Agente Jovem atende 100 adolescentes
O programa é voltado à formação do jovem e fornece subsídios para o mercado de trabalho
Estão em andamento às atividades do Programa Agente Jovem de Desenvolvimento Social e Humano, mais uma das ações na área social, desenvolvido em parceria com o Governo Federal e Administração Municipal de Campo Erê. Destinado a atender jovens entre 15 e 18 anos, o programa começou as atividade em dezembro do ano passado. Depois de alguns dias de folga a equipe retornou as atividades no dia 16 de janeiro.
Conforme a assistente social e responsável pelo programa, Cleonice Duranti, são atendidos 100 adolescentes e trabalhadas questões envolvendo saúde, cidadania, esporte, artesanato e meio ambiente. \"Também pretendemos oferecer cursos profissionalizantes\", acrescenta.
Ela explica que o Agente Jovem é desenvolvido depois do Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil). Os alunos que saem do Peti não podem arrumar um trabalho, então há outro programa que dá continuidade a formação educacional. Entre os critérios para entrar no Agente Jovem, estão a baixa renda, estar em situação de risco, ter participado de outros programas sócios educativos e que esteja fora da escola.
Segundo Cleonice, foi possível implantar a proposta devido à nova política de assistência social, do apoio do Sistema Único de Saúde, da implantação do Centro de Referência de Assistência Social, junto com o Programa de Atenção Integral a Família, que atualmente atende 200 famílias no município. Ela comenta que as atividades acontecem no Centro de Múltiplo Uso, mas nas próximas semanas haverá estrutura disponível no Centro de Referência, para ministrar as atividades.
Em cada dia da semana é trabalhado um assunto. Na segunda-feira às aulas são sobre meio ambiente, na terça-feira saúde, na quarta-feira esporte, na quinta curso profissionalizante e a sexta-feira é dedicada as atividades organizacionais.
DETALHES DO PROGRAMA
O Agente Jovem visa o desenvolvimento pessoal, social e comunitário. Proporciona capacitação teórica e prática, por meio de atividades que não configuram trabalho, mas que possibilitam a permanência do jovem no sistema de ensino, preparando-o para o mercado. Através do Ministério de Desenvolvimento Social, a União concede ao jovem, uma bolsa durante os 12 meses, em que ele estiver inserido no programa e atuando na comunidade.
Outro critério estipulado pelo Governo Federal é que 10% das vagas de cada município são destinadas a adolescentes portadores de algum tipo de deficiência. O valor do benefício mensal é de R$ 65, mas para receber é preciso que o jovem regularmente cadastrado; participe no mínimo, de 75% do total de aulas na escola e das atividades previstas no Programa. O tempo de permanência no programa é de um ano. Segundo Cleonice é feita uma avaliação e os que precisam ficam por mais dois anos até completar 18.
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