ACCS inicia debate sobre Rastreabilidade nas Fábricas de Ração

Com a Instrução Normativa – IN 65 de 2006 e IN 4 de 2007, que vigora há pelo menos sete anos no país, a fiscalização nas fábricas de ração de granjas de todo o Brasil foi intensificada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Para alertar os suinocultores catarinenses sobre o que prevê de fato a lei, a ACCS (Associação Catarinense de Criadores de Suínos) iniciou um amplo debate entre MAPA, Cidasc, Sebrae SC e produtores de suínos, com a intenção de orientar sobre a rastrebilidade prevista em lei.


“A principal preocupação é fazer com que o setor acompanhe as regras, sem que haja prejuízos. Como as Instruções Normativas existem há alguns anos, e neste período o produtor passou por grandes dificuldades, é preciso adequar algumas exigências nas fábricas de ração das propriedades, e com isso garantir a continuidade do título que Santa Catarina possui, como Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, status reconhecido mundialmente, e que garante a consolidação de importantes mercados”, pontua o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi.

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